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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O sétimo mandamento da Lei de Deus.



O sétimo dos Dez Mandamentos da Lei de Deus
Catequese do Pe. Reginaldo Manzotti
Por Pe. Reginaldo Manzotti
CURITIBA, 08 de Janeiro de 2013 (Zenit.org) - O sétimo mandamento proíbe tomar ou reter injustamente o bem do próximo e prejudicá-lo nos seus bens, seja como for. Prescreve a justiça e a caridade na gestão dos bens terrenos e do fruto do trabalho dos homens. Exige, em vista do bem comum, o respeito pelo destino universal dos bens e pelo direito à propriedade privada. A vida cristã esforça-se por ordenar para Deus e para a caridade fraterna os bens deste mundo (CIC 2401).
Não roubarás, frase que se questiona muito hoje, quando parece ser normal a corrupção, o desvio de dinheiro, a extorsão de dinheiro; mas este mandamento exige o bem comum, o respeito aos bens alheios.
O sétimo mandamento proíbe roubar e ensina que cada pessoa deve e precisa trabalhar honestamente e assim suprir o sustento de sua família.
Não roubarás destaca o valor primordial e a importância do trabalho. O homem é seu autor e destinatário, por meio do seu trabalho ele participa da obra de criação unido a Cristo. O trabalho pode ser redentor. O trabalho é a sentinela da virtude.
A Palavra de Deus está repleta de condenações ao roubo. A Bíblia coloca com muita clareza uma posição contrária à corrupção. Opõe-se a injustiça dos mais fracos e contra a exploração do salário dos trabalhadores. São Paulo diz: “Nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus” (1Cor 6, 10).
Os profetas acusaram os que exploravam os irmãos e todo roubo exige reparação na mesma medida. Lembremos de Zaqueu, que ficou tão constrangido na presença do Filho de Deus, porque Jesus sabia que ele era corrupto, que prometeu restituir quatro vezes mais, tudo o que tinha roubado. A justiça exige restituição do bem roubado, seja de uma pessoa de uma instituição ou do Estado.
O Catecismo da Igreja e a própria doutrina social da Igreja diz exatamente isso: a injustiça requer que haja reparação (CIC 2419).
A justiça implica em reparação, a doutrina social da igreja no que diz respeito ao não roubarás, nos coloca diante de vários elementos que ferem a própria dignidade.
Toda a atividade econômica da justiça social leva a responsabilidade do Estado: acesso ao trabalho, ao salário justo.
Tem que haver uma preocupação, acima de tudo com a pessoa humana e todos os direitos relacionados a ela.
Padre Reginaldo Manzotti é coordenador da Associação Evangelizar é Preciso – obra sem fins lucrativos que objetiva a evangelização pelos meios de comunicação – e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR). Apresenta diariamente programas de rádio e TV que são retransmitidos e exibidos por milhares de emissoras do país e exterior. Site: www.padrereginaldomanzotti.org.br.

EVANGELHO, 09/01/2013

Dia Litúrgico: 9 de Janeiro (Feira do Natal) Evangelho (Mc 6,45-52): Logo em seguida, Jesus mandou que os discípulos entrassem no barco e fossem na frente para Betsaida, na outra margem, enquanto ele mesmo despediria a multidão. Depois de os despedir, subiu a montanha para orar. Já era noite, o barco estava no meio do mar e Jesus, sozinho, em terra. Vendo-os com dificuldade no remar, porque o vento era contrário, nas últimas horas da noite, foi até eles, andando sobre as águas; e queria passar adiante. Quando os discípulos o viram andar sobre o mar, acharam que fosse um fantasma e começaram a gritar.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Amigo

Evangelho dominical, 05/01/2013


Dia Litúrgico: A Epifania do Senhor

Evangelho (Mt 2,1-12): Depois que Jesus nasceu na cidade de Belém da Judéia, na época do rei Herodes, alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: «Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo». Ao saber disso, o rei Herodes ficou alarmado, assim como toda a cidade de Jerusalém. Ele reuniu todos os sumos sacerdotes e os escribas do povo, para perguntar-lhes onde o Cristo deveria nascer. Responderam: «Em Belém da Judéia, pois assim escreveu o profeta: «E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um príncipe que será o pastor do meu povo, Israel».

Então Herodes chamou, em segredo, os magos e procurou saber deles a data exata em que a estrela tinha aparecido. Depois, enviou-os a Belém, dizendo: «Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo».

Depois que ouviram o rei, partiram. E a estrela que tinham visto no Oriente ia à frente deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao observarem a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, passando por outro caminho.

Evangelho, sábado 05/01/2013




Dia Litúrgico: 5 de Janeiro (Tempo de Natal)

Evangelho (Jn 1,43-51): No dia seguinte, ele decidiu partir para a Galiléia e encontrou Filipe. Jesus disse a este: «Segue-me»! (Filipe era de Betsaida, a cidade de André e de Pedro). Filipe encontrou-se com Natanael e disse-lhe: «Encontramos Jesus, o filho de José, de Nazaré, aquele sobre quem escreveram Moisés, na Lei, bem como os Profetas». Natanael perguntou:«De Nazaré pode sair algo de bom?» Filipe respondeu: «Vem e vê»!

Jesus viu Natanael que vinha ao seu encontro e declarou a respeito dele: «Este é um verdadeiro israelita, no qual não há falsidade»! Natanael disse-lhe: «De onde me conheces?» Jesus respondeu: «Antes que Filipe te chamasse, quando estavas debaixo da figueira, eu te vi». Natanael exclamou: «Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel!» Jesus lhe respondeu: «Estás crendo só porque falei que te vi debaixo da figueira? Verás coisas maiores que estas”. E disse-lhe ainda: «Em verdade, em verdade, vos digo: vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem!»

Comentário: Rev. D. Rafel FELIPE i Freije (Girona, Espanha)
Vem e vê
Hoje, Felipe nos dá uma grande lição ao acompanhar a Natanael até o Mestre. Age como o amigo que deseja compartilhar com outro o tesouro recém descoberto: «Filipe encontra Natanael e diz-lhe: Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei e que os profetas anunciaram: é Jesus de Nazaré, filho de José.» (Jo 1,45). Rapidamente, com ilusão, quer acompanhá-lo com os demais, para que todos possam receber seus benefícios. O tesouro é Jesus Cristo. Ninguém como Ele pode encher o coração do homem de paz e felicidade. Se Jesus vive em teu coração, o desejo de compartilhá-lo se converterá em uma necessidade. Daqui nasce o sentido do apostolado cristão. Quando Jesus, mais tarde, nos convide a jogar as redes nos dirá a cada um de nós que devemos ser pescadores de homens, que são muitos os que necessitam a Deus, que a fome de transcendência, de verdade, de felicidade... Há Alguém que pode satisfazer completamente: Jesus Cristo. «Somente Jesus Cristo é para nós todas as coisas (…). Ditoso o homem que espera Nele!» (São Ambrósio).

Ninguém pode dar o que não tem ou o que ainda não recebeu. Antes de falar do Mestre, é necessário falar com Ele. Somente se o conhecemos bem e nos deixamos conhecer por Ele, estaremos em condições de apresentá-lo aos demais, tal como faz Felipe no Evangelho de hoje. Tal como têm feito tantos santos e santas ao longo da historia.

Tratar com Jesus, falar com Ele como um amigo, confessar com uma fé convencida: «Falou-lhe Natanael: Mestre, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel.» (Jo1,49), recebê-lo sempre na Eucaristia e visitá-lo com freqüência, escutar atenciosamente suas palavras de perdão... tudo isso nos ajudará a apresentá-lo melhor aos demais e a descobrir a alegria interior que produz o fato de que muitas outras pessoas o conheçam e o amem.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Evangelho do dia 02/01/2013


João Batista testemunha e anuncia 
Leitura Orante

Jo 1,19-28

Os líderes judeus enviaram de Jerusalém alguns sacerdotes e levitas para perguntarem a João quem ele era. João afirmou claramente: 
- Eu não sou o Messias.  
Eles tornaram a perguntar: 
- Então, quem é você? Você é Elias? 
- Não, eu não sou! - respondeu João. 
- Você é o Profeta que estamos esperando? 
- Não! - respondeu ele. 
Aí eles disseram a João: 
- Diga quem é você para podermos levar uma resposta aos que nos enviaram. O que é que você diz a respeito de você mesmo? 
João respondeu, citando o profeta Isaías: 
- "Eu sou aquele que grita assim no deserto: preparem o caminho para o Senhor passar." 
Os que foram enviados eram do grupo dos fariseus; eles perguntaram a João: 
- Se você não é o Messias, nem Elias, nem o Profeta que estamos esperando, por que é que você batiza? 
João respondeu: 
- Eu batizo com água, mas no meio de vocês está alguém que vocês não conhecem. Ele vem depois de mim, mas eu não mereço a honra de desamarrar as correias das sandálias dele. 
Isso aconteceu no povoado de Betânia, no lado leste do rio Jordão, onde João estava batizando. 


domingo, 30 de dezembro de 2012

Evangelho do dia

Neste Natal
oferece evangeli.net

Meditando o Evangelho de hoje

Dia Litúrgico: A Sagrada Família (C)
Evangelho (Lc 2,41-52): Todos os anos, os pais de Jesus iam a Jerusalém para a festa da Páscoa. Quando completou doze anos, eles foram para a festa, como de costume. Terminados os dias da festa, enquanto eles voltavam, Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais percebessem. Pensando que se encontrasse na caravana, caminharam um dia inteiro. Começaram então a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Mas, como não o encontrassem, voltaram a Jerusalém, procurando-o.

Depois de três dias, o encontraram no templo, sentado entre os mestres, ouvindo-os e fazendo-lhes perguntas. Todos aqueles que ouviam o menino ficavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. Quando o viram, seus pais ficaram comovidos, e sua mãe lhe disse: «Filho, por que agiste assim conosco? Olha, teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura!» Ele respondeu: «Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devo estar naquilo que é de meu pai?» Eles, porém, não compreenderam a palavra que ele lhes falou.

Jesus desceu, então, com seus pais para Nazaré e era obediente a eles. Sua mãe guardava todas estas coisas no coração. E Jesus ia crescendo em sabedoria, tamanho e graça diante de Deus e dos homens.
Comentário: Rev. D. Joan Ant. MATEO i García (La Fuliola, Lleida, Espanha)
O encontraram no templo, sentado entre os mestres. Ficavam maravilhados com sua inteligência